sábado, 30 de junho de 2012

Sindicato vai exigir à tutela a integração de três mil enfermeiros com vínculo precário.





“Vamos exigir ao Ministério da Saúde que a solução que foi encontrada relativamente a um dos grupos profissionais, no caso concreto os médicos internos, que é admissão na administração pública, seja também aplicada a todos os enfermeiros que estão em situação precária”, disse à agência Lusa Guadalupe Simões, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP). 

O SEP estima que a medida possa abranger “cerca de 2500 a 3000 enfermeiros, entre subcontratados e contratados a termo certo a trabalhar no sector público administrativo”, incluindo hospitais e centros de saúde de todo o país. 

“Há enfermeiros subcontratados já há cinco anos a fazer face a necessidades permanentes dos serviços e consideramos que devem ser fixados nas instituições em que estão, tendo em conta que são necessários”, defendeu a sindicalista. 

O sindicato sublinha ainda que no regime de subcontratação “cada enfermeiro custa ao Estado mais de mil euros a mais do que o seu vencimento”, o que significa que “a sua inclusão no quadro daria praticamente para contratar outro enfermeiro a um ordenado base de 1020 euros”. 

Guadalupe Simões falava nas Caldas da Rainha, onde hoje à tarde se reuniu com o conselho de administração do Centro Hospitalar Oeste Norte (CHON) para exigir o pagamento das horas de qualidade a 28 enfermeiros subcontratados, com verbas em atraso desde Outubro do ano passado. 

Para além dos enfermeiros, a situação afecta psicólogos, assistentes operacionais e administrativos, num total de 51 trabalhadores que prestam serviço nos quatro hospitais do CHON: o hospital termal e distrital das Caldas da Rainha, o hospital de Peniche e o hospital de Alcobaça. 

Os trabalhadores são afectos à empresa Complementus que, segundo o sindicato “justifica o atraso nos pagamentos com a existência de uma dívida do CHON”. 

O presidente do conselho de administração do CHON, Carlos Sá, confirmou à Lusa uma dívida à empresa “na ordem dos 250 mil euros”, que o centro hospitalar “teve dificuldades em pagar devido à Lei dos compromissos”. 

Segundo o administrador, a situação foi regularizada no final da semana passada e “hoje foi comunicado ao sindicato que até 8 de Julho os funcionários receberão o ordenado de Junho e, até ao final desse mês serão pagas a horas de qualidade em atraso”. 

De acordo com o SEP, à meia centena de trabalhadores são devidos, “em média, entre 250 a 300 euros mensais de horas de qualidade”, ou seja, efectuadas à noite ou fim-de-semana. 

Os trabalhadores que hoje se concentraram em frente ao edifício da administração, aguardando o resultado da reunião com o SEP, acederam a aguardar até ao final de Julho “para ver se o compromisso é cumprido”, após o que admitem avançar com acções de protesto. 


Fonte: PUBLICO

quarta-feira, 27 de junho de 2012

INFORMAÇÃO SOBRE TAXAS MODERADORAS.


Documentação e Circulares
Minimizar




Materiais Informativos - Taxas Moderadoras
Minimizar
(SNS) Para divulgação e afixação nos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde:
(CSP) Para divulgação e afixação nos estabelecimentos dos Cuidados de Saúde Primários:
(HOSP) Para divulgação e afixação nos estabelecimentos Hospitalares:
FONTE: ACSS

SEP REUNIU COM M.S. 29 DE MAIO.



FONTE: SEP 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Função Pública: Trabalhadores aprovam moção contra corte de subsídios.




"A Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública aprovou hoje, por unanimidade, uma moção contra "o roubo" dos subsídios de férias e de Natal. A resolução, aprovada junto ao Tribunal Constitucional, exige a este tribunal que "passe a assumir a defesa dos princípios e comandos da Constituição da República Portuguesa".
Exige ainda ao mesmo tribunal que decrete a inconstitucionalidade do "roubo" dos subsídios de férias e de Natal aos trabalhadores da Administração Pública".
A moção será agora entregue no Tribunal pela comissão executiva da Federaçao composta, entre outros, pela coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila.
Centenas de trabalhadores da administração central do Estado iniciaram hoje, pelas 15:20, uma marcha de protesto rumo a São Bento, a residência oficial do primeiro-ministro, reclamando a reposição dos subsídios de férias.
A marcha arrancou no Príncipe Real e seguiu para o Tribunal Constitucional, onde foi lida e entregue uma resolução destinada a exigir a reposição dos subsídios de férias e de Natal.
Palavras de ordem como "não e não ao roubo dos subsídios" e "o subsídio é nosso" são as mais ouvidas no protesto, no qual os trabalhadores exibem faixas e cartazes alusivos aos santos populares (festa que se assinala em várias cidades do país ao longo de junho), e que pintam de verde e vermelho esta marcha.
Esta iniciativa, promovida pela Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, serve ainda para protestar contra os despedimentos e as "falsas rescisões amigáveis, a adaptabilidade dos horários de trabalho, com o aumento de duas horas por dia e de 50 horas por semana, e a mobilidade forçada".
Os manifestantes vão até à residência oficial do primeiro-ministro, onde dirão a Passos Coelho que "não aceitam que o Governo esteja a tirar dinheiro aos trabalhadores para dar aos bancos", segundo disse na quinta-feira à Lusa Ana Avoila, coordenadora da entidade organizadora da manifestação.
No final, para além dos discursos dos coordenadores dos diversos sindicatos da Função Pública, o protesto culminará com as intervenções de Ana Avoila e de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP."
Fonte:
Diário Digital com Lusa

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Cordão humano contra o fecho da Maternidade Alfredo da Costa.




Ordem dos Enfermeiros intervém junto da ARS do Centro - Hospital Rovisco Pais

"Reuniram, no passado dia 15 de junho, o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Enf.º Germano Couto, e a Presidente do Conselho Diretivo Regional da Secção Regional do Centro (SRC), Enf.ª Isabel Oliveira, com o Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro, Dr. José Tereso. O encontro realizou-se com o intuito de discutir algumas questões, nomeadamente a implementação de Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC) na região Centro e o ofício tornado público recentemente, emitido pela ARS Centro relativo ao valor / hora a pagar aos profissionais de saúde, entre eles enfermeiros, do Hospital Rovisco Pais.
Sobre esta última questão, e no seguimento de intervenção prévia da Ordem dos Enfermeiros, foi assegurado pelo Presidente da ARS do Centro que foram tomadas medidas no sentido de corrigir este desrespeito pela dignidade da profissão e que o valor / hora a pagar aos enfermeiros no Hospital Rovisco Pais seria de 6,73 euros. O Bastonário, Enf.º Germano Couto, e a Presidente da SRC, Enf.ª Isabel Oliveira, mostraram-se insatisfeitos com o valor proposto, uma vez que não respeita a dignidade, especificidade e diferenciação da profissão. Ficou o compromisso do Presidente da ARS Centro para, a breve prazo, procurar repor a legalidade nesta matéria, melhorando o valor em causa."


Até que enfim...

Governo vai rever sistema de avaliação da Função Pública!...





"O secretário de Estado da Administração Pública classificou de "extremamente burocrático" o sistema de avaliação vigente no Estado.
O secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, anunciou hoje que o Governo vai rever o Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública (SIADAP) por ser "extremamente burocrático".
"Criou-se um sistema de avaliação muito sofisticado, avaliando-se serviços, funcionários, dirigentes", mas o "sistema de avaliação é extremamente burocrático", afirmou Hélder Rosalino que está a ser ouvido desde as 10horas da manhã na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, no Parlamento.
De acordo com o governante, "tentou criar-se um sistema com todas as melhores práticas da avaliação, mas ao mesmo tempo criou-se um conjunto de mecanismos que o tornam muito complexo".
Nesse sentido, Hélder Rosalino afirmou que o Governo vai negociar com os sindicatos a revisão do SIADAP, uma vez que este sistema se baseia no "cumprimento de objectivos que não têm reflexo na vida dos funcionários", uma vez que quer as progressões na carreira, quer a atribuição de prémios, estão congelados."

Fonte: Económico

Nota:

É só "cabecinhas pensadoras" neste pobre país.

Já hoje nos mídia podia-se ler que o Ministro da Economia dizia: " Portugal está no ponto de viragem", e que "viragem" sr. ministro e que "viragem"...., uma vergonha estes senhores que governam este povo lusitano. Os jovens deste país estão com o futuro comprometido, mas não faz mal o nosso "primeiro", tem a solução, vão trabalhar para fora, lindo, até porque segundo ele ficar desempregado "é uma oportunidade". Estamos bem entregues sem sombra de dúvidas...

J.V.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Novo código de trabalho, o que muda.



"O Presidente da República promulgou hoje, como lei, o decreto da Assembleia da República que procede à terceira alteração ao Código do Trabalho." - Comunicado -

"As novas regras acordadas entre Governo, patrões e UGT trazem muitas mudanças à lei do trabalho, incluindo a quantidade de contratos a prazo que pode cumprir antes de entrar para os quadros da empresa, os princípios da remuneração, trabalho suplementar e mesmo os motivos considerados válidos para despedimento. Se está desempregado, saiba que também as regras do subsídio de desemprego vão ser alteradas. Em parceria com a sociedade de advogados PLMJ, o Dinheiro Vivo responde a todas as suas questões. Tem dúvidas?"

Quer saber mais já? Veja aqui:


Nota: É bom lembrar que :

Mais de meio milhão de Portugueses recebe salário mínimo..., onde é que vamos parar?...