domingo, 11 de setembro de 2011

Continuamos a formar desempregados.




O drama do desemprego nos jovens licenciados, reportagem da TVI em 2008  e vamos de mal a pior... Continuamos pior que em 2008, palavras para quê, a reportagem fala por si. Recentemente despediram 24 enfermeiros alegando a "Troica", ridículo este país e estes governantes, mas não se esqueceram de fazer para cima de 500 nomeações e criar cerca de 6 000  "jobs"  desde que  tomaram posse. "Viva esta democracia, viva a comunidade económica europeia, viva os políticos que governam este país,..."                                                                                                                                                                

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Enfermeiros ameaçam recorrer aos tribunais.



"Cerca de 300 enfermeiros transmontanos queixam-se do não-pagamento dos suplementos remuneratórios previstos na lei. O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses fez a denúncia, esta segunda-feira, e afirma que os profissionais ameaçam levar o caso a tribunal contra as administrações dos centros hospitalares de Vila Real e Bragança."

"Os enfermeiros consideram esta uma situação "ilegal" e "injusta" e subscreveram um abaixo-assinado com o intuito de denunciar os centros hospitalares do Nordeste (CHN) e de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD). Segundo a agência Lusa, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) refere que os suplementos em questão dizem respeito a horários nocturnos, fins-de-semana e feriados, o que corresponde a um montante que varia entre os 165 e os 300 euros.

Manuela Gonçalves, enfermeira na unidade de Vila Real do CHTMAD, tem contrato de trabalho individual e afirma receber "cerca de 200 euros" a menos do que em 2004. "Somos todos enfermeiros, trabalhamos todos de igual forma, mas o trabalho não é pago da mesma forma em todos os hospitais", afirmou em conferência de imprensa.

José Carlos Martins, coordenador do SEP, sublinhou a discriminação de que diz serem alvo os enfermeiros por parte das administrações dos centros hospitalares e a promessa de recurso a tribunais para "resolver este problema".

À Lusa, a administração do CHTMAD negou as acusações, confirmou o cumprimento dos pagamentos e afirma não ter recebido qualquer abaixo-assinado.

O SEP acrescenta, ainda, que a situação dos enfermeiros transmontanos é agravada pelo não-pagamento de horas extraordinárias e pela falta de reposicionamento da carreira, no caso dos profissionais mais graduados."



Fonte: JN




Urgência está sem enfermeiros.






"A Urgência Básica do Centro de Saúde (SUB) de Odemira não tem as condições necessárias de qualidade e segurança na assistência quando um dos dois enfermeiros de serviço sai na ambulância de Suporte Imediato de Vida (SVI), deixando a unidade com apenas um enfermeiro."


"O alerta é feito ao CM por Júlio Branco, secretário da direcção da Ordem dos Enfermeiros. "A integração do enfermeiro que tripula a ambulância de Suporte Imediato de Vida quando está a fazer serviço de urgência não está a ser encarada na perspectiva da segurança do cidadão", afirmou.
A preocupação do enfermeiro vem ao encontro de alguns casos reportados à Ordem dos Enfermeiros. Uma das ocorrências revelou-se fatal. Tratou-se do caso de uma criança estrangeira, de 22 meses, em paragem cardiorrespiratória depois de ter sido atropelada. Foi transportada por familiares. Deu entrada na Urgência do centro de saúde numa altura em que a equipa de profissionais era constituída por "apenas um médico e um enfermeiro", afirmou Júlio Branco.
Segundo o representante da Ordem dos Enfermeiros, aquele número de profissionais é "insuficiente" para prestar a assistência adequada, após as manobras de reanimação.
O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, reforça as preocupações: "A equipa de uma Urgência básica, diz a lei, tem dois médicos e dois enfermeiros em presença física. É inaceitável a saída de um enfermeiro de uma forma rotineira e frequente deixando a unidade com um elemento, número que fica abaixo dos mínimos aceitáveis porque pode haver dois doentes urgentes em simultâneo." O Ministério da Saúde e a Administração Regional de Saúde do Alentejo não prestaram esclarecimentos ao CM."
Fonte: Correio da manhã.

Nota:
Este parece o caminho que temos pela frente no futuro, é o degradar do SNS, ainda o ministro da saúde diz "... que não quer ser o coveiro do SNS...", pois mas se não quer ser o coveiro deve querer ser o dono da agência funerária que vai levar o "morto", é mais lucrativo.
J.V.

Enfermeiros despedidos.





Enfermeiros despedidos em Lisboa

"O corte na despesa levou o Ministério da Saúde a pôr fim a contratos com várias empresas de prestação de serviços de saúde. A decisão levou a que 24 enfermeiros tenham sido dispensados na área do Agrupamento de Centros de Saúde Grande Lisboa III – Lisboa Central."
"O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses defende que a saída dos enfermeiros da Alameda, Ajuda, Alcântara, Coração de Jesus, Lapa, Luz Soriano, Santo Condestável e São Mamede//Santa Isabel "coloca em causa o normal funcionamento dos centros de saúde". A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo divulgou que "os contratos com as empresas tinham prazos previamente fixados"."

...

"A bastonária da Ordem dos Enfermeiros classificou hoje de "absolutamente incompreensível" a demissão de 24 enfermeiros de oito centros de saúde de Lisboa, justificada com a "sustentabilidade das contas públicas assumida no memorando com a 'troika'"."

"É absolutamente incompreensível. Estamos a falar de centros de saúde que têm a ver com um estatuto que não é um estatuto empresarial. Foi anunciado que era a esse nível que haveria que racionalizar hospitais e unidades locais de saúde", disse Maria Augusta Sousa à agência Lusa.                      
Vinte e quatro enfermeiros que trabalhavam em regime de prestação de serviços nos centros de saúde da Alameda, Ajuda, Alcântara, Coração de Jesus, Lapa, Luz Soriano, Santo Condestável e São Mamede/Santa Isabel já não foram trabalhar na quinta-feira porque a empresa que os contratou, a Medicsearch, rescindiu o contrato quarta-feira com feitos imediatos.
Num e-mail enviado aos enfermeiros, a que Lusa teve acesso, a entidade contratadora lembrou que "a sustentabilidade das contas públicas é um compromisso assumido no memorando da 'troika'" e que se trata de "um desígnio nacional a que todos devemos atender".
Para a bastonária, é ainda "absolutamente estranho que, ao abrigo daquilo que são os compromissos da 'troika' se venha reduzir o número de enfermeiros numa área geográfica onde está comprovado que é onde existe uma carência acentuada".
"É claro que vão existir menos cuidados de oferta aos cidadãos destas áreas abrangidas, que têm um número elevado de população idosa", afirmou."


Fonte: Diário de Notícias e Correio da Manhã.
Imagem: INTERNET.

Vamos de mal a pior.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Hospitais devem mais de 4 ME a médicos e enfermeiros.





"São mais de quatro os milhões de euros que os hospitais têm de repor aos médicos e enfermeiros que viram as suas horas extraordinárias de 2010 serem taxadas ilegalmente no início deste ano. A regularização da situação terá de ser feita dentro de dois meses."