A palavra Enfermeiro compõe-se de duas palavras em latim: Nutrix que significa mãe e nutrire - criar, nutrir.
sexta-feira, 19 de junho de 2020
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
sábado, 3 de dezembro de 2016
Código Deontológico (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro)
Código Deontológico
(Inserido no Estatuto da OE republicado como
anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro)
SECÇÃO II
Do código deontológico do enfermeiro.
Consultar link:
http://www.enfermagem.edu.pt/images/stories/CodigoDeontologico.pdf
Consultar link:
http://www.enfermagem.edu.pt/images/stories/CodigoDeontologico.pdf
terça-feira, 5 de julho de 2016
Mais uma vez os enfermeiros são discriminados....
"GOVERNO NÃO CUMPRE COMPROMISSO.
ENFERMEIROS RESPONDEM!"
"Os objetivos da greve:
- Alteração profunda da proposta de lei que visa regulamentar os actos profissionais,
- 35 horas para todos os enfermeiros,
- Reposição do valor integral das horas de qualidade e extraordinárias,
- Plano de admissão de enfermeiros."
Fonte: SEP (Sindicato dos Enfermeiros Portugueses).
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Enfermeiros ‘fogem’ dos hospitais.
Trabalho em excesso e mal remunerado está a afastar profissionais experientes para os cuidados primários
O sistema Nacional de Saúde está a sentir mais um efeito adverso do tratamento de austeridade prescrito contra a crise. Dezenas de enfermeiros treinados estão a trocar os hospitais pelos cuidados primários, como centros de saúde. Há 774 vagas abertas e até ao momento já existem quase 11 mil candidatos. Sindicato e Ordem dos Enfermeiros garantem que são os doentes que mais perdem com esta mobilidade.
Os cortes para metade na remuneração extraordinária e a passagem de 35 para 40 horas semanais sem salário acrescido — ao contrário dos médicos — , estão a empurrar os enfermeiros para centros de saúde e unidades de saúde familiar, onde o horário é muito menor e o vencimento quase o mesmo. “Os enfermeiros nos hospitais começam turnos que não sabem quando acabam, não conseguem ter as duas folgas semanais e estão a sair”, explica Guadalupe Simões, dirigente nacional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
A responsável do SEP explica ainda que “quase todos os enfermeiros com filhos pequenos pediram flexibilidade de horário, entre as 8 e as 20, e todos os outros só fazem tardes, noites e fins de semana, quase sem benefício”. “Dantes, podia ganhar-se mais 350 euros e agora não passa dos cento e pouco por mês. Por isso, optam pelo centro de saúde mesmo ganhando menos (cerca de 980 euros líquidos no hospital e 850 euros no centro de saúde)”, acrescenta. A elevada procura aos lugares agora a concurso vem repetir o que já havia acontecido no procedimento anterior, de 2012, e que se prolongou para o ano seguinte. “Concorreram milhares de enfermeiros”, diz Guadalupe Simões.
Alguns hospitais, como Coimbra e Braga, garantem que as saídas têm sido as habituais entre este grupo profissional, mas outros já notam alterações. “Efetivamente, saíram enfermeiros para outras unidades de saúde, nomeadamente, de cuidados primários”, refere o Centro Hospitalar de Lisboa Central, que integra o São José, a Estefânia ou a Maternidade Alfredo da Costa. A administração admite que “estes profissionais têm vindo a ser gradualmente substituídos”.
A Norte, o Centro Hospitalar de São João confirma que “têm existido pedidos de mobilidade de enfermeiros para os cuidados primários”, revelando que em 2014 saiu um enfermeiro em mobilidade para o Serviço Nacional de Saúde e no ano passado este número aumentou para dez. Os lugares livres são ocupados “à medida que são obtidas as autorizações superiores”.
A bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, garante que “a qualidade dos cuidados está em causa”. “O enfermeiro é aquele que nunca sai de perto do doente, não é o médico ou o técnico que vai vê-lo ou fazer qualquer coisa e depois vai embora. E quanto é que isto vale?”
“NÃO SE CONSEGUE CUIDAR DAS PESSOAS”
Com mais de 40 anos e uma especialidade certificada, Maria (nome fictício) é um dos quase 11 mil enfermeiros que estão a concorrer para trocar o hospital pelos cuidados primários. “Tomei esta decisão porque a sobrecarga de trabalho não permite dar resposta adequada ao que é solicitado pelos doentes e pelas famílias. Não se consegue fazer o que gostamos, isto é, cuidar das pessoas.”
E o horário não ajuda. “Saio sempre uma ou duas horas depois do horário, este tempo nunca é pago ou gozado porque os turnos são sempre assim”, diz a enfermeira. “A frustração maior para o enfermeiro é sair do turno e saber que não fez tudo o que queria, tudo o que é correto, tudo o que sabemos fazer, por falta de mais colegas e de tempo. Acredito que é isto que todos estão a valorizar quando pensam sair dos hospitais.”
A bastonária Ana Rita Cavaco diz que “o país entrou numa espiral de carência de contratações, não por falta de enfermeiros — porque são formados em número suficiente — , mas de recursos no sistema, nos sectores público e privado”. E dá exemplos. “Os enfermeiros que entram são logo postos a trabalhar sem fazerem o mês de integração e as horas extraordinárias, para situações inesperadas e pontuais, são logo postas na escala.”
A ‘fuga’ dos hospitais é somente um dos efeitos secundários. “O aumento para as 40 horas semanais fez disparar o absentismo”, revela a dirigente do SEP. Guadalupe Simões refere que em 2012 havia 8,8% de faltas ao trabalho e que em 2014 chegaram a 14,4%. “Há mais de 750 enfermeiros permanentemente ausentes, muitos devido ao aumento dos acidentes de trabalho.” Os dados vão ser apresentados ao ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, como argumento para o regresso às 35 horas semanais de trabalho. As reuniões já estão pedidas.
O Orçamento do Estado para 2016 mantém os cortes no pagamento do trabalho extraordinário e nada diz sobre o horário de trabalho, mas o primeiro-ministro já prometeu que as 35 horas vão voltar à função pública até ao verão. A promessa, feita ainda durante a campanha eleitoral, fez com que muitos enfermeiros dos hospitais privados também estejam entre os que tentam ocupar uma das vagas abertas nos cuidados primários em unidades do Estado.
“Na CUF Infante já saíram cinco enfermeiros e sabemos que vão sair mais. São sobretudo mulheres com filhos pequenos para quem passar de 42 para 35 horas por semana faz toda a diferença, ainda mais porque ganham quase o mesmo”, disse ao Expresso uma fonte da unidade. Margarida Gonçalves, assessora de comunicação da José de Mello Saúde, adianta que “entre 30% a 40% das entradas são do Serviço Nacional de Saúde (SNS), assim como 30% a 40% dos enfermeiros que saem vão para o SNS”.
Margarida França, presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, diz “desconhecer o êxodo de enfermeiros para os cuidados primários”, embora reconheça que “é verdade que vários têm preferido participar em projetos inovadores em unidades de saúde familiar, com novos projetos e condições financeiras”. Sobre a pressão laboral, a administradora salienta que “existe sobre todos”."
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
A esperança dos Enfermeiros.
Faz tempo que não publico neste meu blogue, peço desculpa a todos os seguidores.
Contudo hoje achei que deveria recomeçar.
Nos últimos anos os enfermeiros foram tão penalizados pela dita "crise", que esperam num futuro próximo vejam concretizadas as suas justas reivindicações. Chega de penalizações a que foram e são sujeitos nomeadamente durante estes últimos quatro anos.
Assim, esperamos a reposição das 35 horas semanais de trabalho e não as 40 não remuneradas em vigor, reposição dos salários segundo tabela salarial aprovada em lei para todos, reposição do valor do preço hora para os turno e reposição dos dias de férias a que têm direito, bem como o pagamento dos dias de feriado. Reconhecimento como profissão de desgaste rápido com vista a uma reforma digna e justa. Porque estamos cansados de esperar e desmotivados pela não existência de reconhecimento profissional e social por parte de quem nos governa.
Deixo aqui o apelo aos futuros governantes deste país que a enfermagem sendo o pilar da Saúde merece mais consideração e atenção.
Deixo aqui o apelo aos futuros governantes deste país que a enfermagem sendo o pilar da Saúde merece mais consideração e atenção.
Esperançado num futuro melhor e mais justo para todos.
José Viegas
quarta-feira, 3 de junho de 2015
GREVE
Fonte:SEP
Diria mais, faça-se justiça, abaixo as 40 horas não remuneradas, já chega de exploração dos enfermeiros, reponham o valor das horas dos turnos, queremos dotações seguras.
Todos a fazer greve, porque a união é a força da profissão.
J.V.
quarta-feira, 4 de março de 2015
Enfermeiros alertam que "não é possível cumprir padrão de qualidade"
"A Ordem dos Enfermeiros denuncia o agravamento dos padrões de qualidade na prestação de cuidados.
O alerta surge no dia em que a Ordem promove um debate precisamente sobre a qualidade e a segurança nos cuidados de enfermagem.
Em declarações à Renascença, Bruno Noronha, vice-presidente da Ordem dos Enfermeiros, reafirma que, sem mais profissionais, não é possível assegurar a qualidade dos serviços.
“A sobrecarga de trabalho é tal que se torna humanamente impossível respeitar todos os itens de um padrão de qualidade. Das duas, uma: Ou cuidados de menos pessoas com qualidade óptima ou cuidados de todos com uma qualidade abaixo do desejável. Isto é inaceitável”, afirma Bruno Noronha.
Com os profissionais que existem, actualmente, no Serviço Nacional de Saúde “não é possível cumprir com o padrão de qualidade exigível”, alerta a Ordem dos Enfermeiros.
Bruno Noronha descreve um cenário preocupante, sobretudo nos cuidados de saúde ao domicílio."
Fonte :Radio renascença.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Greve dos Enfermeiros.
"Com uma proposta que passa por admitir 700 profissionais de enfermagem no próximo ano, “não resta outra alternativa e solução que não seja avançar para a greve de 24 e 25 de Setembro”, avançou ao PÚBLICO Guadalupe Simões, da direcção do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), após mais um encontro de negociações com a tutela, que por seu lado lamenta a “banalização” da greve perante a disponibilidade demonstrada para negociar.
Porém, nas contas da dirigente, para o país deixar de ter carência destes profissionais seria necessário contratar mais 6000 enfermeiros para os cuidados de saúde primários e 19.000 para os hospitalares e “estes números não permitem sequer aproximação” nos próximos anos.
O SEP sentou-se nesta segunda-feira de novo à mesa de negociações com o Ministério da Saúde, o Ministério das Finanças e a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). Mas a última oportunidade antes da greve de quarta-feira e de quinta-feira falhou.
Na semana passada já tinha havido um encontro que terminou com o sindicato a acusar a tutela de negociar “com base em nada”.
Até domingo o ministério de Paulo Macedo comprometeu-se a entregar alguns documentos, nomeadamente uma calendarização do plano de contratações de enfermeiros. E cumpriu com alguns deles. Só que Guadalupe Simões considera que “apresentaram alguns compromissos que são na realidade nada”.
Guadalupe Simões explicou que neste ano, de acordo com os documentos apresentados ao SEP, já foram admitidos 585 enfermeiros, estando 344 a aguardar autorização do Ministério das Finanças. “Para 2015 a proposta que nos foi apresentada foi a de admitir 700 enfermeiros, o que claramente não chega. Percebemos que não se podem fazer as contratações todas já, mas com estes valores não resolvemos nada”, afirmou, lembrando que no espaço de ano e meio o Serviço Nacional de Saúde (SNS) viu sair quase 3000 enfermeiros, o que tem agravado a situação de duplos turnos, folgas por gozar e horas extraordinárias.
“No último ano, o Ministério da Saúde tem feito um esforço no sentido de reforçar a capacitação do SNS, tendo sido já autorizados cerca de 600 enfermeiros e estando em fase de contratação mais 400 – o que perfaz um total de cerca de 1000 novos postos de trabalho na área da enfermagem”, reforça, por seu lado, a ACSS num comunicado enviado ao PÚBLICO, em que lamenta a “ausência de acordo entre as partes” e a “banalização da greve” que irá “prejudicar apenas os utentes do SNS”.
Na mesma nota, a ACSS diz que apesar da falta de acordo vai continuar a apostar na abertura de vagas e na implementação da figura do enfermeiro de família, sublinhando que “num contexto de acentuadas restrições orçamentais” isto representa “um esforço significativo”.
Sobre outras das reivindicações da classe, como as carreiras profissionais e o pagamento de horas extraordinárias com o corte imposto em 2012, Guadalupe Simões adiantou que “foi dito que são questões transversais ao Ministério da Saúde que não podem ser resolvidas”. A dirigente do SEP criticou, por isso, que “o Governo não dê autonomia ao Ministério da Saúde para resolver os problemas, pelo que não resta outra alternativa e solução” do que avançar para a paralisação de dois dias.
Ainda a este propósito, a ACSS manifestou-se disponível para “harmonizar o regime remuneratório dos enfermeiros” e contrapõe que “foi manifestada a total disponibilidade do Ministério da Saúde para iniciar o processo negocial tendo em vista a celebração de dois acordos colectivos de trabalho no âmbito da carreira de enfermagem”, assim como para “dar início à concretização da progressão dos enfermeiros para enfermeiro principal, mediante a abertura de concursos para postos de trabalho nesta categoria”.
A greve nacional dos enfermeiros foi anunciada no dia 4 de Setembro, depois de um Verão marcado por paralisações isoladas em várias instituições. Na altura, José Carlos Martins, também da direcção do SEP, afirmou que o protesto foi “determinado pelo Ministério da Saúde”, por se limitar a dar “respostas políticas” às reivindicações da classe.
Na carta de reivindicações estão inscritos vários problemas, que vão da carência generalizada de enfermeiros, ao número de horas extraordinárias com os profissionais a revelarem “exaustão”.
A harmonização de salários de enfermeiros que na mesma categoria ganham 1000 e 1200 euros, o atraso na abertura de concursos para a categoria de enfermeiro principal e os pagamentos de incentivos a quem trabalha nas chamadas unidades de saúde familiar nos cuidados de saúde primários, em atraso desde Julho, são outros dos problemas denunciados."
Fonte: Público
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
GREVE NACIONAL DE ENFERMEIROS.
GREVE NACIONAL DE ENFERMEIROS
24 e 25 DE SETEMBRO - N/M/T/N/M/T
Concentração de Enfermeiros
25/Setembro - Junto ao Min. Saúde
CLICA:
Greve dos Enfermeiros.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Cerca de 90 por cento dos enfermeiros recém-licenciados pedem para emigrar...
"Nos últimos dois anos, cerca de 90 por cento dos enfermeiros recém-licenciados em Portugal manifestaram a intenção de deixar o país. O número é avançado à Antena 1 pela Ordem dos Enfermeiros com base no número de pedidos de declarações que são necessárias para trabalhar no estrangeiro."
Para além disso, nos últimos dois anos houve cada vez mais enfermeiros com experiência a emigrar, nomeadamente especialistas. “Estamos a doar mão de obra qualificada quando nós próprios temos falta dela”, remata.".
Infelizmente é esta a situação real deste país.
Pergunto quem cuidará de nós num futuro próximo?...
Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=720288&tm=2&layout=123&visual=61
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Quarenta horas semanais dos funcionários públicos eis a questão.
Em primeiro lugar quero pedir desculpa por esta ausencia a todos aqueles que visitam este blogue. A todos um bem haja.
As quarenta horas semanais dos funcionários públicos eis a questão.
Eis a questão das quarenta horas semanais, muito se tem dito e muita tinta tem sido gasta à volta desta questão, mas concretamente a imagem detorpada e distrocida que passa é que os funcionários públicos não querem fazer estas quarenta horas, mas a questão é outra, e para que se esclareça são cinco horas semanais não remuneradas o que traduz em horas vinte mensais, logo ao fim do ano são duzentas e quarenta horas anuais não remuneradas, o que implica uma desvalorização na remuneração do preço hora, ou seja uma maneira muito astuta de baixar salários já por si tão castigados nestes últimos anos, mais desrespeita os contratos assinados legalmente em que consta as 35 horas. Mas neste país vale tudo..., mas como se não bastasse é só para alguns, é a equidade praticada neste pobre país.
Resumindo a questão não são as quarenta horas mas sim o facto de não serem remuneradas, mais simples, é trabalhar de borla, ou seja "roubar " descaradamente quem trabalha.
Espero que as instituições da justiça e os Senhores Juízes corrijam esta injustiça, quarenta horas sim mas remuneradas e para todos, isto sim seria digno de um país de direito.
Um abraço a todos os caros leitores deste blogue.
José Viegas
terça-feira, 9 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
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